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Ô LOCO, MEU!

 

Ô LOCO, MEU!

2020 maio 1

Então, o que era uma das possibilidades virou alternativa única.

Estamos (quase) todos, nos reunindo, comprando, trabalhando, estudando e, principalmente, nos informando On Line. Nada a reclamar. “Demorô”.

Eu já estava habituado porque, para quem gosta de respostas, de fato a WWW é um sonho de consumo. Basta fazer as perguntas certas...

No entanto, mesmo antes dessa febre (sem trocadilho) eu me sentia incomodado com o excesso de informações. Porque, vamos combinar, informação não é conhecimento.

E aí, começa a minha reflexão.

Primeiramente, temos que nos preparar para a quantidade. É muita informação direta, indireta e relacionada. E nós não buscamos informação para colecionar. Queremos informação correta, para adquirir mais conhecimentos, melhorar, nos desenvolver.

Mas, de repente, uma palavrinha no Google... e o algoritmo lhe entrega. Uma enxurrada e ofertas milagrosas para a cura de todas as doenças; um artigo que explica o Universo; um curso que faz você ganhar o Nobel de Física e dezenas de Coaches, Mentores e outros professores, com milhares de treinamentos para tudo.

Nada contra. Ou melhor, quase nada.

Porque, se queremos conhecimento, aprimoramento pessoal, temos que aprender a ser seletivos. Tomar cuidados com os rótulos atrativos, perfis overselling, overposting, famas construídas e não percebidas por quem mais interessa: o cliente.

Parece que a “Síndrome de Faustão” está mais viral do que o vírus. Todo mundo é o “mais importante do país”, “o maior especialista da área”, “uma das pessoas mais influentes do momento”.

O que você está querendo saber? Quem ensina, respeitando seus princípios fundamentais? Quem está preocupado em transferir informações ou ensinar você a pensar? Como vai aproveitar o conhecimento adquirido para o seu autodesenvolvimento profissional e pessoal?

É isso mesmo: pessoal.

Busque, analise e, sobretudo, tome muito cuidado. A pessoa mais importante nessa busca é VOCÊ!

 

 

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